.Entre Hemisférios


Sexta-feira, 16 de Abril de 2010

Publicidade ao Video-Documentário


Audiovisual concebido com o fim de publicitar o video-documentário que brevemente será apresentado à comunidade escolar. Esperamos que suscite o vosso interesse para assistirem ao produto final destinado aos mais curiosos, e assim poderem "ver" as vossas duvidas serem esclarecidas.
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publicado por projectomec às 22:45
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Segunda-feira, 15 de Março de 2010

Cientistas investigam sono humano nas moscas da fruta

 

Uma equipa de investigadores norte-americanos concluiu que o sono ajuda a limpar o cérebro de informações desnecessárias e a dar lugar a novas aprendizagens. O trabalho foi publicado na revista “Science”.


Investigadores da University School of Medicine de Saint Louis, liderados por Paul Shaw, ao estudarem a mosca da fruta, começaram por querer saber quantas ligações neuronais (sinapses) se alteram durante o dono.


Segundo os investigadores, é possível monitorizar a criação de novas sinapses no cérebro da mosca da fruta num momento de aprendizagem e mostrar como o sono diminui o número de sinapses.


Os cientistas vêem nestas moscas um bom modelo para estudar o sono nos humanos, já que, como as pessoas, estes insectos precisam de seis a oito horas de sono por noite e manifestam sinais físicos e mentais de privação quando não dormem o suficiente.


Para os neurologistas, a criação de novas sinapses é uma forma fundamental de o cérebro codificar recordações e aprendizagens, mas, como estas não podem manter-se indefinidamente, é aí que o sono desempenha o seu papel.


 

Era já conhecido o facto de que o sono promove a aprendizagem, mas esta equipa chegou à conclusão de que "a aprendizagem aumenta a necessidade de dormir". "Actualmente, muitas pessoas estão preocupadas com os seus empregos e com a economia e algumas delas estão a dormir pouco por causa disso", referiu à BBC o investigador Paul Shaw. Porém, adverte o especialista, "estes dados sugerem que o melhor a fazer para estar em forma e aumentar as hipóteses de manter o emprego é dar alta prioridade a dormir o tempo necessário".

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

publicado por projectomec às 23:52
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Quarta-feira, 10 de Fevereiro de 2010

Emoções e a Memória

É provável que te lembres de mais coisas acerca das tuas últimas férias do que da última vez que foste ao dentista.

Os psicólogos afirmam que os acontecimentos emocionalmente intensos produzem memórias mais nítidas. A excitação emocional parece favorecer o armazenamento a longo prazo de pormenores importantes sobre uma determinada experiência, sacrificando alguns pormenores periféricos. Indivíduos com lesões na amígdala não têm esta memória mais nítida dos pormenores principais de uma experiência emocional, o que sugere que esta região do cérebro seja importante para a influência das emoções na memória. A amígdala parece estar relacionada com a memória durante essas situações intensas.
 

 

 

publicado por projectomec às 15:25
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Terça-feira, 9 de Fevereiro de 2010

Mito - Partidas assustadoras da Mente Humana

“Um cientista de Phoenix , Arizona queria provar que a mente gravava e executava tudo que lhe era enviado. Para isso, precisava de um voluntário que chegasse aos limites. Conseguiu-o numa penitenciária. Era um condenado à morte, que seria executado na penitenciária de St. Louis no estado de Missouri.            

Propôs o seguinte: ele participaria numa experiência científica, na qual seria feito um pequeno corte no seu pulso, que era o suficiente para gotejar o seu sangue até a última gota. Ele teria uma pequena hipótese de sobreviver. Se isso acontecesse, ele seria posto em liberdade caso contrário teria uma morte sem sofrimento.                                                                                                       

O condenado aceitou. Fizeram uma pequena incisão no pulso. Abaixo do pulso, foi colocado um pequeno frasco de alumínio. Foi-lhe dito que ouviria o gotejar do seu sangue no frasco. O corte foi superficial e não atingiu nenhuma artéria ou veia, mas foi o suficiente para que ele sentisse que seu pulso fora cortado.        

Sem que ele soubesse, debaixo da cama havia um frasco de soro com uma pequena válvula. Ao cortarem o pulso, abriram a válvula do frasco para que acreditasse que era o sangue dele que estava a cair no frasco. Na realidade, era o soro do frasco que gotejava.                                  
De 10 em 10 minutos, o cientista, sem que o condenado visse, fechava um pouco a válvula do frasco e o condenado pensava que era seu sangue que estava a diminuir.           

Com o passar do tempo, foi perdendo a cor e ficando cada vez mais fraco. Quando os cientistas fecharam por completo a válvula, o condenado teve uma paragem cardíaca e faleceu, sem ter perdido sequer uma gota de sangue.                                                                                       

O cientista conseguiu provar que a mente humana cumpre, literalmente, tudo que lhe é enviado e aceite pelo seu hospedeiro.                                                                     
Este facto é um alerta para filtramos o que enviamos para a nossa mente, pois ela não distingue o real do inteligível, o certo do errado, simplesmente grava e cumpre o que lhe é enviado.”

No entanto, apesar disto, a notícia não tem nada de verdadeiro. O suposto cientista parecia ter saído de um filme de terror. Jamais um cientista iria realizar uma atrocidade deste género.

“Recebemos inúmeros e-mails com a mesma pergunta e a resposta é não. Nunca publicamos nada sequer parecido com o tema.”, informou a “Superinteressante”, a revista onde surgiu o mito da publicação deste artigo.

 

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publicado por projectomec às 23:45
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Segunda-feira, 1 de Fevereiro de 2010

Sudoku ajuda a manter o cérebro mais jovem

Segundo um estudo, as palavras cruzadas e outros exercícios que estimulam a actividade mental, como o jogo Sudoku, para além de melhorarem a memória, ajudam a manter o cérebro mais jovem.

De acordo com uma tese defendida pelo professor Ian Robertson, durante o Festival da Ciência da Grã-Bretanha, este tipo de exercício estimula a actividade mental, melhora a memória e ajuda a manter o cérebro mais jovem. Isto porque, de acordo com o professor, a memória é a primeira parte do cérebro a falhar com o avanço da idade.
Como foi noticiado pelo jornal inglês The Times, Ian Robertson citou um estudo que envolveu cerca de três mil pessoas, com idades compreendidas entre os 65 e os 90 anos, que tinham por hábito distraírem-se com jogos de computador, estratégias de memorização e resolução de problemas. Este grupo comparado com outro que não realizavam nenhum destes exercícios revelou uma actividade cerebral equiparada a pessoas com menos 14 anos.
Fergus Craik, da Universidade de Toronto, corrobora esta opinião, afirmando que os idosos podem activar os lóbulos frontais através de exercícios sistemáticos destinados a aumentar a capacidade de processamento mental da memória. No entanto, ambos estão de acordo que, no caso das pessoas idosas, é igualmente essencial o exercício físico e uma boa dieta, baseada em alimentos ricos.
Estudos comprovam que, exercícios como o Sudoku são bons para manter a calma e combater o stress, mas tambem para prevenir doenças como a de Alzheimer.
O Sudoku [«su» significa número; «doku» singular] está, sem dúvida, a revelar-se um verdadeiro fenómeno a nível mundial. Para além de não ser preciso ser-se um especialista em números ou um génio em palavras cruzadas, basta apenas alguma paciência e mais ou menos tempo, conforme o grau de dificuldade. E depois, sem repetir os algarismos de 1 a 9, preencher todas as casas na horizontal e na vertical. 
Embora tenha sido criado pelo matemático suíço, Leonhard Euler, no século XVIII, foi no ano passado que Wayne Gould, um neozelandês a viver em Hong Kong, após sete anos de trabalho, resolveu apresentar a jornais ingleses um programa informático que criava diferentes problemas de Sudoku. Oito meses depois, o londrino The Times, aceitou a proposta e iniciou a publicação dos puzzles na sua página de jogos. Tendo em conta a forte adesão, rapidamente outros jornais ingleses abraçaram o fenómeno. A bola de neve continuou a aumentar e, actualmente, os problemas de Sudoku estão pela Europa Ocidental, Portugal inclusive. Agora, parece haver razões científicas para comprar jornais todos os dias. Também os livros estão nos lugares cimeiros dos tops de vendas e, na internet, o fenómeno aumenta a cada dia que passa. Em tempos de stress e vida acelerada, o mundo dos puzzles foi definitivamente abalado por esta variação escrita do cubo de Rubik.
                

 

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Tamanho do cérebro dita muito do insucesso escolar

 

O sucesso escolar dos rapazes depende em grande parte…do volume do seu cérebro. Já se sabia que quanto maior o cérebro maior a inteligência, porque a capacidade de armazenamento de informação aumenta.
Um estudo conduzido pelo Departamento de Antropologia da Universidade de Coimbra permite agora concluir que o tamanho também influência os resultados escolares. Dos rapazes, porque as raparigas parecem compensar eventuais desvantagens com mais estudo. Efectuado com 794 alunos, entre os 10 e os 16 anos, o estudo partiu da ideia de se investigar quais as "razões reais, efectivas, do insucesso escolar no nosso país", explicou ao Jornal de Notícias (JN), Hamilton Correia, coordenador do trabalho. "E vimos que, afinal, não é exclusivo de Portugal, também existe noutros países desenvolvidos".
O estudo do volume do cérebro partiu do facto de todos as investigações sobre sucesso escolar darem preponderância às capacidades cognitivas - à inteligência, portanto - como factores com maior influência nos resultados nos bancos da escola. A elas juntam-se factores agrupados em ambiente familiar e ambiente escolar. No total, lembra o antropólogo, são 228. Perceber as bases biológicas dessa premissa foi o desafio lançado.
Diferenças
Os autores debruçaram-se sobre as médias de dez disciplinas de alunos da Escola Básica 2/3 Guilherme Stephens, da Marinha Grande, escolhida pelo facto de a maioria dos pais pertencer ao mesmo estrato social. O objectivo, com isto, era tentar controlar a influência das variáveis externas, colocando todos os alunos em condições semelhantes. Daí terem sido seleccionados apenas jovens que nasceram com mais de 2500 gramas, foram amamentados a leite materno, pertencem a famílias biparentais, são dextros e não disléxicos e não têm problemas de visão. Foi também por isso que se optou por analisar as médias do 1º período, altura em que "não há ainda pressões sobre os professores para passar os alunos", explica Hamilton Correia. O passo seguinte foi medir a estatura e o perímetro cefálico dos jovens. Até se concluir que, sobretudo nos rapazes, os de maior perímetro cefálico eram os de notas mais elevadas.
Baixa na puberdade
No entanto, este estudo revelou outros dados curiosos. Como por exemplo o facto de, apesar de "as pessoas mais altas" terem também "cérebros maiores", o período do "salto pubertário" (entre os 12 e os 13 anos) poder corresponder a uma baixa no rendimento escolar.            Trata-se de uma altura em que certos adolescentes sofrem "um crescimento muito rápido", para o qual é direccionado grande parte da produção de hormonas, sobretudo testosterona, que não é devidamente empregue na maturação do córtex frontal. Um ligeiro atraso logo "recuperado" no ano seguinte, adianta o investigador. Esses anos são também - e pela mesma ordem de razões - os do amadurecimento do cérebro, que permite ao adolescente conseguir começar a interpretar textos e ter raciocínio lógico-matemático. Dependendo da força do "salto pubertário", esse raciocínio chegará, então, mais cedo ou mais tarde.                         Mas Hamilton Correia atribui também a baixa nas notas do 5º ao 9º ano de escolaridade a dois factores bem mais simples "os professores tornam-se mais exigentes ou os currículos estão desajustados à maturidade cerebral das crianças do nosso país". Porque "o volume cerebral não explica todo o insucesso escolar". Os autores encontraram casos de alunos que passam dos cincos nas cadernetas do segundo ciclo para os três, ou mesmo as negativas, nas do terceiro.

Ivete Carneiro
28-02-2005

 

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Quarta-feira, 13 de Janeiro de 2010

Notícia: Neurologista desaconselha filmes 3D a crianças pequenas

 

A neurologista Teresa Paiva considera preocupante que crianças muito pequenas assistam a filmes em 3D, como "Avatar", devido à "forte estimulação sensorial provocada pelo efeito".
 
Apesar de desconhecer estudos científicos sobre os efeitos do 3D na saúde humana, Teresa Paiva, professora na Faculdade de Medicina de Lisboa e fundadora do Centro de Electroencefalografia e Neurofisiologia Clínica, defende que "a forte estimulação sensorial pode ter implicações para o sistema nervoso central". As dores de cabeça, a sensação de "after image" e distúrbios do sono são alguns dos efeitos, exemplifica.

O filme "Avatar", de James Cameron, estreou-se em Portugal a 17 de Dezembro e nas duas primeiras semanas foi visto por 410.535 espectadores. Está recomendado para maiores de seis anos.
A neurologista enumerou alguns casos conhecidos de descargas epilépticas provocadas por jogos de computador e luz "strobe", ressalvando que "têm de ser cuidadosamente analisados os eventuais efeitos que a ilusão tridimensional pode desencadear".
Para além de algum cansaço, o oftalmologista Jorge Breda, ex-presidente da Sociedade Portuguesa de Oftalmologia, não antevê que o contacto com o 3D possa provocar lesões oculares, nomeadamente das crianças.
"As implicações que poderão ter é para o sistema nervoso central", explica o médico do Hospital de S. João, já que a retina transforma as ondas luminosas em impulsos nervosos.

As imagens em três dimensões são usadas há muito tempo na ciência, em exames médicos, em jogos e até ao serviço da educação. O efeito 3D, ou visão de relevo, é provocada através de óculos de lentes polarizadas que filtram a luz a 90 graus para cada olho, permitindo assim que cada olho veja uma imagem diferente. Dois projectores mostram o filme em simultâneo e cada imagem do projector é ligeiramente deslocada na tela, simulando a distância entre os olhos. Por fim, o cérebro funde os dois planos de forma a dar profundidade à imagem.

Mas nem todas as pessoas conseguem ver o 3D: "Os que sofrem de estrabismo não conseguem ver de todo e alguns amblíopes ou com dificuldade de convergência ocular poderão ter algumas dificuldades", disse à Lusa a ortoptista Sónia Ferreira, do Hospital de S.José.
Fonte: Jornal Público
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